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Somos um Ministério de Evangelização de Crianças da Diocese de São José dos Campos desde 1999. Utilizamos como recurso de evangelização o teatro. Também organizamos formações para evangelizadores e catequistas. Estamos sempre a disposição! Precisando é só mandar um mail para cantinhodanjos@gmail.com Vamos levar nossas crianças para Jesus!!

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Evangelho de Mateus 13,1-23

Missa de 16 de julho de 2017 


15º DOMINGO DO TEMPO COMUM O SEMEADOR SAIU A SEMEAR

Leituras
Primeira Leitura Is 55,10-11
Salmo Sl 64(65)
Segunda Leitura Rm 8,18-23
Evangelho Mt 13,1-23
Liturgia Diária

Mensagem Principal
Nesta liturgia, vemos a figura do semeador que sai para semear a semente que gera frutos, desde que ela caia em terra boa. Conosco acontece a mesma coisa; a Palavra de Deus é semeada em nossos corações e basta estarmos abertos à escuta diária desta Palavra que ela dará frutos em nossa vida. Atentos à Palavra que nos é anunciada.
Fonte: Folheto Nova Aliança

Para ajudar a refletir e entender o evangelho de hoje:

Preparem-se... estamos preparando o alimento espiritual para os preferidos de Jesus: as crianças!

Na Liturgia deste final de semana nos deparamos com o Evangelho da Parábola do semeador que sai a semear pelos caminhos da vida. Caminhos estes que representam para nós os dias de hoje, pois a missão de semear é de cada um de nós que foi batizado e que ouve a Palavra de Deus. Em diversos terrenos semeamos a semente da Palavra nos corações fechados e não preparados para acolher a Boa-Nova, às vezes até ouvimos e ficamos admirados pelos ensinamentos, mas não os colocamos em prática. Falta algo para que essa semente cresça e possa dar frutos, não estamos atentos e assim não conseguimos compreender aquilo que a Palavra tem a nos mostrar e ensinar. O mal faz com que não ouçamos e compreendamos aquilo que nos é semeado nas diversas celebrações da Palavra, nas partilhas em grupo e nas famílias. Se não estivermos em sintonia com Deus, a Palavra passa por nós sem fazer qualquer efeito. Vêm o sofrimento e a perseguição, e desistimos logo, não perseveramos nem encontramos a força que a Palavra pode ter nestas situações que passamos na vida. Sejamos fiéis semeadores, irmãos e irmãs, nunca deixemos nos abater pela missão e busquemos produzir bons frutos nos dias de hoje e assim vamos garantir a boa colheita e sempre semear, e que cada um faça a sua parte, e ao final colheremos aquilo que plantamos.


MENSAGEM

A parábola que hoje nos é proposta – a do semeador e da semente – é uma das mais conhecidas e emblemáticas das parábolas de Jesus. No entanto, o texto do Evangelho de hoje vai um pouco mais além da parábola em si… Apresenta três partes: a parábola (vers. 1-9), um conjunto de “ditos” sobre a função das parábolas (vers. 10-17) e a explicação da parábola (vers. 18-23).
Na primeira parte temos, pois, a parábola propriamente dita (vers. 1-9). O quadro apresentado supõe as técnicas agrícolas usadas na Palestina de então: primeiro, o agricultor lançava a semente à terra; depois, é que passava a arar o terreno. Assim compreende-se porque é que uma parte da semente pôde cair “à beira do caminho”, outra em “sítios pedregosos onde não havia muita terra” e outra “entre os espinhos”.
Evidentemente, a
s diferenças do terreno significam, nesta “comparação”, as diferentes formas como é acolhida a semente. No entanto, nem sequer é isso que é mais significativo: o que aqui é verdadeiramente significativo é a quantidade espantosa de frutos que a semente lançada na “boa terra” produz… Tendo em conta que, na época, uma colheita de sete por um era considerada farta, os cem, sessenta e trinta por um deviam parecer aos ouvintes de Jesus algo de surpreendente, de exagerado, de milagroso…
Mateus coloca esta parábola num contexto em que a proposta de Jesus parece condenada ao malogro. As cidades do lago (Corozaim, Betsaida, Cafarnaum) tinham rejeitado a sua pregação (cf. Mt 11,20-24); os fariseus atacavam-no por Ele não respeitar o sábado e queriam matá-l’O (cf. Mt 12,1-14); acusavam-n’O, além disso, de agir, não pelo poder de Deus, mas pelo poder de Belzebu, príncipe dos demonios (cf. Mt 12,22-29); não acreditavam nas suas palavras e exigiam d’Ele “sinais” (cf. Mt 12,38-45). O “Reino” anunciado sofria grande contestação e parecia, pois, encaminhar-se para um rotundo fracasso…
É muito possível que esta parábola tenha sido apresentada por Jesus neste contexto de “crise”. Àqueles que manifestavam desânimo e desconfiança em relação ao êxito do projeto do “Reino”, Jesus fala de um resultado final grandioso. Com esta parábola, Jesus diz aos discípulos desiludidos: “coragem! Não desanimeis, pois apesar do aparente fracasso, o ‘Reino’ é uma realidade imparável; e o resultado final será algo de surpreendente, de maravilhoso, de inimaginável”.
Na segunda parte temos uma reflexão sobre a função das parábolas (vers. 10-17). O ponto de partida é uma questão posta pelos discípulos: porque é que Jesus fala em parábolas?
Mateus vê nas parábolas a ocasião para que apareçam, com nitidez, o acolhimento e a recusa da mensagem proposta por Jesus. Que quer isto dizer?
As parábolas apresentam a proposta do “Reino” numa linguagem sugestiva, rica, clara, concreta, questionante, interpeladora… Tornam tudo claro e evidente para os ouvintes; por isso, após escutar a mensagem apresentada nas parábolas, só não aceita a mensagem quem tiver o coração endurecido e não estiver mesmo interessado na proposta. As parábolas são, portanto, o fator decisivo: propõem clara e inequivocamente a realidade do “Reino”. Quem acolher essa mensagem, receberá mais e “terá em abundância” (quer dizer, irá entrando, cada vez mais, na dinâmica do “Reino”); mas quem não a acolher (apesar da clareza e da acessibilidade da mensagem), está a rejeitar o “Reino” e a possibilidade de integrar a comunidade da salvação. Nos que rejeitam a proposta de Jesus, cumpre-se a profecia de Isaías: o profeta fala de um povo de coração endurecido, que quanto mais ouve a pregação profética, mais se irrita, agravando cada vez mais a sua culpa (cf. Is 6,9-10).
Os discípulos são aqueles que escutam a proposta do “Reino” e estão dispostos a acolhê-la. Eles compreendem, portanto, as parábolas e aceitam a realidade que elas propõem. Eles são “felizes”, porque abriram o coração às propostas de Jesus, escutaram as suas palavras, viram e entenderam os seus gestos e sinais; são “felizes” porque (ao contrário daqueles que endureceram o coração e fecharam os ouvidos à proposta de Jesus) já integram o “Reino”.
Na terceira parte, temos a explicação da parábola (vers. 18-23). Alguns indícios presentes no texto levam a pensar que esta explicação não fazia parte da parábola original, mas é uma adaptação posterior, que aplica a parábola à vida dos cristãos.
A explicação desloca, de forma evidente, o “centro de interesse”. Nessa explicação, a parábola deixa de ser uma apresentação da forma grandiosa como o “Reino” se vai manifestar, para passar a ser uma reflexão sobre as diversas atitudes com que a comunidade acolhe a Palavra de Jesus (na verdade, é essa a grande preocupação das comunidades cristãs).
Na perspectiva dos catequistas que prepararam esta aplicação da parábola, o acolhimento do Evangelho não depende, nem da semente, nem de quem semeia; mas depende da qualidade da terra.
Diante da Palavra de Jesus, há várias atitudes… Há aqueles que têm um coração duro como o chão de terra batida dos caminhos: a Palavra de Jesus não poderá penetrar nessa terra e dar fruto. Há aqueles que têm um coração inconstante, capaz de se entusiasmar instantaneamente, mas também de desanimar perante as primeiras dificuldades: a Palavra de Jesus não pode aí criar raízes. Há aqueles que têm um coração materialista, que dá sempre prioridade à riqueza e aos bens deste mundo: a Palavra de Jesus é aí facilmente sufocada por esses outros interesses dominantes. Há também aqueles que têm um coração disponível e bom, aberto aos desafios de Deus: a Palavra de Jesus é aí acolhida e dá muito fruto. Os verdadeiros discípulos (a “boa terra”) identificam-se com aqueles que escutam as parábolas, as entendem e acolhem a proposta do “Reino”.
Temos aqui, portanto, uma exortação aos cristãos no sentido de acolherem a Palavra de Jesus, sem deixarem que as dificuldades, os acidentes da vida, os outros valores a afoguem e a tornem uma semente estéril, sem vida.

Ideia de roteiro para teatro

(Entra PA com um vaso cheio de terra, dentro de uma forma de bolo e um guarda chuva em baixo do braço)

PA: Olá crianças!!

PB: Oi crianças!! O que você está fazendo com este vaso na tua mão PA?

PA: Estou eu aqui preparado!

PB: Preparado pra quê? Não vai chover não, está um sol lá fora e o céu está limpinho!

PA: Estou vendo que não entendeu nada de nada do que foi falado na missa de hoje!

PB: Claro que entendi, por isso mesmo que estou perguntado o porque de tudo isso!

PA: Peguei este vaso na casa da minha Vó, e fui logo fazendo tudo aquilo que escutei na missa. Na verdade, como sou muito esperto pensei em todos os detalhes.

PB: Estou vendo mesmo, mas pra que tudo isso?

PA: Vou explicar tudinho pra você!

PB: Quero ver se dessa vez você vai me convencer!

PA: No evangelho de hoje, Jesus disse que tinha um semeador que iria sair para semear, mas quando ele passava, derrubava a beira do caminho varias sementes!

PB: Até aí está tudo certo!

PA: Mas como sou muito esperto, me preparei, e quando o semeador passar por aqui não vai ter erro, já está tudo planejado!

PB: Lá vem você, diga logo o que vai aprontar!

PA: Fui logo pensando uma maneira para poder aproveitar ainda mais tudo isso! Então fui a casa da minha Vó e peguei um vaso de flor que ela tinha, arranquei todas as pedras que estavam dentro do vaso, todos os espinhos e matos que poderiam atrapalhar a semente a crescer. Enchi com uma terra muito boa lá da horta da casa dela. Como o semeador derrubava as sementes no chão quando passava, peguei uma forma de bolo e coloquei o vaso dentro pois quando ele passar perto de mim a forma vai evitar da semente cair no chão.

PB: Que bagunça é essa na sua cabeça? E esse guarda chuva?

PA: Como falei pra você, pensei em tudo. O guarda chuva é para proteger a planta para ela não se queimar com o sol então a planta vai crescer bem bonita neste vaso lindo! Agora é só esperar o semeador, assim vou fazer a vontade de Jesus dar certo!

PB: Ai meu Deus, de onde vem tudo isso??? Dessa vez você viajou na maionese!

C: Olá crianças! Tudo bem com vocês?

PB: Que bom que a senhora chegou!

C: O que você está fazendo com esta forma e um vaso dentro?

PA: Não acredito que a senhora também não entendeu nada do que foi falado na missa, vou ter que explicar tudo de novo!

PB: Deixa que explico pra senhora. É que o PA está viajando na batatinha. Ele disse que vai ficar com este vaso dentro da forma esperando o semeador passar para semear o vaso dele e assim fazer a vontade de Jesus.

C: Que bonito a sua preocupação PA em querer ajudar para que a vontade de Jesus aconteça. Mas na verdade o terreno é nosso coração e as sementes são todas as coisas que aprendemos e ouvimos sobre os ensinamentos de Jesus, ou seja, suas palavras e seus gestos.

PA: Mas como assim? Nunca vi coração cheio de espinho ou de pedra dentro!

C: É que Jesus ensinava usando Parábolas!

PB: Sério? E qual operadora Jesus usava naquela época?

C: Operadora??

PB: Claro! Operadora da Antena de Parabólica!!!

C: Não é Parabólica, é Parábolas!!! Parábolas são histórias com exemplos de fatos do cotidiano da vida. Jesus usava para ficar mais fácil para as pessoas aprenderem.

PB: Agora entendi!!!

PA: Então explique para nós C!!!

C: Vou explicar! O Semeador no Evangelho é o próprio Jesus e todos que nos ensinam como o Padre, as Catequistas, os papais e mamães. As sementes são os ensinamentos, a palavra do Senhor e o Solo é o nosso coração. Quando a pessoa ouve a palavra e não entende, o mal vem e rouba o que foi semeado!

PA: O mal vem e rouba???

C: Isso!!! Por isso, precisamos nos preocupar em entender tudo o que Jesus nos ensina!!!

PB: Nossa e o que acontece quando o nosso coração está igual a um terreno cheio de pedras?

C: Nesse caso Jesus fala das pessoas que escutam o que Ele diz, ficam alegres com tudo o que sabem d'Ele, mas logo na primeira dificuldade perdem a fé e se afastam de Deus. É como a flor, se não tem raiz forte para se fixar, logo secará. Por isso é importante estar sempre bem pertinho de Deus.

PA: E o que acontece com o coração que o solo é um terreno bom???

C: A semente quando cai em terra boa, são as pessoas que ouvem a palavra, entendem e conseguem colocar em prática produzindo muitos frutos!!! Nisto percebemos a importância de ir a missa, a catequese, ler a Bíblia, ter os momentos de orações, para compreender e fazemos o que Ele nos pediu; ajudar as pessoas, fazer caridade, sermos bons amigos, perdoar e amar a Deus e ao próximo. Está é uma atitude de semeador, aquele que põem em pratica a vontade de Deus. As vezes encontra dificuldade, mas não desanima.

PA: Ah! Então já sei como fazer para deixar o meu coração bem preparado para acolher a vontade de Deus!!!!

PB: É ??? Como ???

PA: Podemos começar fazendo uma coisa que já aprendemos ... a oração ... E bem que você podia me ajudar não é?

PA e PB: Conduzem uma oração junto com todas as crianças.

Sugestão de Música



Ideia para trabalhar esse Evangelho

Depois de aprender,chegou a hora de vivências as maravilhas de Deus! Hoje vamos fazer uma experiência muito legal. Vamos plantar uma sementinha e cuidar para que ela se transforme em uma linda plantinha.
Você vai precisar apenas de um copinho, um pedaço de algodão e um feijão.
1. Prepare um copinho descartável e coloque um pouco de algodão dentro.
2. Coloque um pouco de água.
3. Coloque a semente sobre o algodão.
4. Coloque água todos os dias.
5. Os brotinhos nascem em até 5 dias.
6. Depois transfira a plantinha para a terra e continue cuidando dela.

Para ver ser realmente as crianças aprenderam, faça esta brincadeira de ligar os pontos:
Depois da experiência, podemos sentar com as crianças e fazer a seguinte reflexão:
- Como podemos cuidar para a plantinha dar frutos?
- E com as palavras e ensinamentos do Senhor??
- Quem aqui quer dar frutos com as sementes da Palavra de Deus?

Oração

Pedimos por todas as crianças do mundo, esperança da humanidade, por todas as crianças amadas e desejadas por seus pais, por todas as crianças abandonadas, órfãs e que não conhecem de fato o que é o amor, pelas crianças de rua. Cuidai delas, tende misericórdia e fazei com que cresçam em tamanho, sabedoria, graça, diante de Deus, suscitai nelas Senhor, a fé e o amor.

Amém!!


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